Resistentes a antibióticos, “superbactérias” são consideradas a próxima ameaça global!

Bactérias que não respondem a antibióticos vêm aumentando a taxas alarmantes no Brasil e já são responsáveis por ao menos 23 mil mortes anuais no país, afirmam especialistas.

Capazes de criar escudos contra os medicamentos mais potentes, esses organismos infectam pacientes geralmente debilitados em camas de hospitais e se espalham rapidamente pela falta de antibióticos capazes de contê-los. Por isso, as chamadas superbactérias são consideradas a próxima grande ameaça global em saúde pública pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

 Conheça algumas delas:

  • KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase): pode causar um quadro de infecção generalizada e levar o paciente infectado à morte. Inicialmente, provoca pneumonia, infecções no sistema urinário e no sangue.
  • MRSA (variante da Staphylococcus aureus): é uma das mais disseminadas pelo mundo. Causa infecções no sistema respiratório e na pele.
  • NDM-1: infecções na pele.
  • Enterecoccus: infecções no sistema urinário e nas válvulas do coração.
  • Proteus: causadora de infecções no sistema urinário e nos intestinos.
  • Pseudonomas: infecções pulmonares, urinárias e intestinais.
  • Streptococcus: infecções no sistema respiratório.
  • Clostridium: infecções nos intestinos.
  • Acinetobacter baumannii: as infecções envolvem mais o trato respiratório (tubos endotraqueais ou traqueostomia); trato urinário e ferimentos (incluindo os sítios de cateter) que podem progredir para a septicemia.
  • Escherichia coli (com mutação em um dos genes): infecção intestinal.

 

Medidas Preventivas:

  1.  Lavar as mãos com água corrente e sabão antes e depois de entrar em contato com o paciente.
  2.  Fazer uso de álcool gel.
  3. Fazer uso de antibióticos somente mediante prescrição e acompanhamento médico. Seguir com o tratamento até o fim.
  4. Profissionais de saúde devem seguir todos os procedimentos de higienização e desinfecção.

 

Para um melhor entendimento do panorama desses eventos em nosso País, segue o link da ANVISA com o último boletim:

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